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6 de jun. de 2012

Dois comercias que acham que a gente é besta

Tristemente muitos comerciais partem do pressuposto de que o clientelespectador é leso, burro, sem memória ou algo desse gênero nada lisonjeiro. Tem dois que andam me irritando deveras.

Um é o do Bradesco com o Washington Olivetto. Se eles criam TODA A IDEIA do comercial em cima da gracinha de fazer vc pensar que o cara certo escolhido pro comercial foi o Olivetto, e no final não foi, mas sim o gerente do Bradesco, digam-me, por favor: POR QUE NÃO COLOCARAM UM GERENTE DE VERDADE??



O ator de comerciais em questão (procurei que só o nome dele, não achei) está no ar em DOIS outros comerciais! Eles pensam que a gente é cego?

Brahma:



Tigre:

Esses dois aí estão no ar agora, gente, passa toda hora. Na minha opinião isso esvazia totalmente o argumento do comercial da Bradesco, acaba com a credibilidade do filme! O que custava? Se o Aguilera faz comercial pra Big Ben e aquele velhinho lá fazia pra Ultrafarma, porque não colocar um gerente do Bradesco de verdade??

Dois comerciais com o mesmo ator, um pouco mais antigos.

Bic:

Devassa:


 O outro comercial que eu queria comentar pretende elevar o brasileiro diante dos argentinos, mas acaba por mostrar que acredita piamente na máxima de que brasileiro não tem memória. Pois bem, eu tenho.


"Havaianas com bandeira da Argentina? hahahahaha!"

Haha, seu pateta, Havaianas com bandeira da Argentina sim senhor, há apenas dois anos.


A Argentina, como muitas outras seleções, ganhou suas próprias Havaianas em 2010, na ocasião da Copa do Mundo. Eu tenho França e Portugal dessa coleção (eu já tinha do Brasil, mas não da Copa).

Pra gastar neurônio e dinheiro fazendo esses comerciais era melhor pagar uns homens-sanduíche pro Bradesco e pras Havaianas...

21 de mai. de 2012

Uma tarde numa livraria

São comoventes, estas adolescentes cuja beleza se deve toda à juventude. Desarrumam-se aos 16 anos de propósito e continuam belas, de cabelos despenteados, agasalhos sujos, unhas mal-pintadas.

Demo-lhes mais dez anos e suas belezas ainda estarão intactas. O viço da pele, o brilho natural dos cabelos. Mas já não se estragam: se sabem. Compreenderam o valor de sua juventude bela e aproveitam, sem exagero, com cabelos bem penteados, blusas bem passadas, porém sem exagero de acessórios. Povoam o topo da pirâmide estética, essas moças de 26 anos, que não são garotas e que usam rímel e batom cor de boca.

A partir dos 30, sua beleza dependerá cada vez mais de seu autoconhecimento e bom senso. Todo excesso será castigado, mas também o será toda escassez. A beleza ainda está, mas já não salta aos olhos feito um unicórnio galopando a espalhar o glitter da mocidade nos olhos dos outros. Uma mulher que continua se estragando propositalmente aos 36, como se tivesse 16, consegue.

5 de abr. de 2012

Introversão não é timidez, e definitivamente não é defeito

Este artigo da Folha já é o segundo que leio sobre o trabalho de Susan Cain sobre a introversão. Estou fascinada com o que diz esta mulher e eu, que não sou chegada a livros de não-ficção, estou louca pra ler seu livro. Mal posso crer que realmente conseguiram fazer uma definição onde me encaixo.

Quem me conhece sabe que não sou tímida. Não tenho medo de falar em público, não tenho medo de abordar alguém que não conheço. Mas sou provavelmente conhecida como chata, antissocial, antipática, furona. Dou desculpas para não ir a encontros de amigos (pode ser uma única e grande amiga, podem ser dez ou vinte conhecidos, colecionadores de bonecas, por exemplo) desde que me entendo por gente e sempre preferi ficar em casa. E só. Eu amo ficar só. Não é que você seja chato (bom, às vezes vc até é), mas é que são raras as vezes em que vou preferir o contato social à quietude da minha casa, das minhas coisas. Enfim, da minha MENTE.

Eu sei trabalhar em grupo, mas não prefiro. E se for pra ser assim, acabo preferindo fazer logo tudo ou delegar tarefas e "tchau, cada um pro seu lado, depois a gente junta a tralha toda". Numa festa, se eu não participar da brincadeira, não é que eu "não tenho coragem", eu apenas NÃO QUERO. Nada é mais violento para um introvertido do que ser puxado para o trenzinho da festa de carnaval ou para uma introvertida ter um chá de panela inteiro gritando seu nome e lhe empurrando para as brincadeiras da animadora. Mesmo não sendo tímido, o introvertido não quer, simplesmente. Dá pra respeitar?

Vivemos numa ditadura de extroversão! Desde a escola temos que participar, fazer amigos, responder em voz alta. Apesar de ser uma introvertida, depois de começar a ler sobre o assunto percebi que, como professora, eu também agia errado, quando "impunha" trabalhos em grupo (eu não "impunha" realmente, mas não apresentava opção). Hoje em dia eu tenho apenas sugerido: quem quer faz sozinho. É impressionante o resultado: alguns alunos simplesmente abaixam a cabeça e começam a trabalhar: outros olham pro lado, buscam um colega que também está em busca de alguém e pronto, trabalham juntos. Algum está certo? Ou errado? Não. Errado é forçar a pessoa a aprender (ou a agir, ou a se divertir) de um jeito que lhe contraria.

Uma vez eu estava numa festa da empresa, lá em São Paulo. Era uma festa daquelas que duram um dia inteiro, num sítio, tem churrasco e centenas de pessoas. Eu tinha conseguido evitar ir a essa festa nos dois (ou três?) primeiros anos de trabalho. Quando eu fui, conversei um pouco, ri, comi e procurei um lugar confortável para sentar e ler o Luiz Fernando Veríssimo que eu estava lendo na época. Não demorou cinco minutos até a minha inocente atitude incomodar um extrovertido. E veio uma colega, falando alto: "ei, o que vc tá fazendo aí sozinha?? Hoje é Dia do Lazer!" (esse era o nome da festa). Ao que eu imediatamente tive que responder: "mas eu tô lendo Veríssimo e morrendo de rir, tu achas que eu não tô me divertindo??"

Gente puxando conversa em avião, sala de espera de médico, gente que tem alergia a duas pessoas em silêncio: por favor, respeitem os quietos. Ser quieto e ser feliz é possível, embora os extrovertidos achem improvável. Mas fica mais difícil ser feliz com esse povo puxando a gente pra pista de dança...

8 de mar. de 2012

Eu gosto de ser mulher, como dizia a canção

Não se assuste. Ninguém tem o objetivo de ser piegas aqui.

Por muito tempo eu tive bronca com este dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Porque achava que parecia um Dia das Mães subalterno, uma apologia a frescuras atribuídas ao gênero feminino, uma desculpa de encher rede social de mensagens piegas e fotos de flores e de mulheres grávidas e pra vender flor no semáforo. Hoje em dia, tô tentando pensar diferente.

Talvez seja porque eu nunca apanhei, nunca fui estuprada, não sou explorada em casa pelo meu marido. Nunca senti na pele o que muitas, muitas mulheres ainda sentem (e mais ainda são as que já sentiram, no passado): a discriminação de gênero.

Assim como a discriminação de raça, às vezes ela está bem escondidinha. Acho bacana uma cena do filme Little Women em que a Winona Ryder, no papel de Jo March, debate o voto feminino com uma série de homens. Alguns defendem o voto feminino, porque a mulher é doce e delicada e talvez seja justamente disso que a política esteja precisando. Como assim? Os homens votam porque são homens e as mulheres votam porque são fofas? Jo March não deixa barato.

Ainda tem muita coisa pra mudar. Ainda é preciso terminar a Revolução Feminista, equilibrar a divisão desigual de tarefas. A mulher chegou a postos anteriormente masculinos e vestiu calças, mas as tarefas consideradas femininas, como cuidar da casa, dos filhos, ainda são consideradas tarefas inferiores às masculinas. Uma mulher que resolve ser dona de casa é considerada menor do que uma que trabalha fora, um homem que faz as tarefas de casa em vez de trabalhar fora é um encostado. A mulher "ascendeu" aos postos masculinos, o que só prova que eles sempre foram considerados superiores!

Você já parou pra se perguntar por que homossexualismo feminino pode ser só um fetiche, coisa de cama, sem fazer da mulher que o pratica ocasionalmente uma lésbica "oficial"? O masculino, jamais. Beijou um homem, transou com um homem, é viado. É algo definitivo demais, cruzar essa fronteira. Por que o homossexualismo masculino é chocante, e o feminino é delicado? Atraente e excitante, até? Porque o mundo masculino não se flexibilizou. Não se permitiu cruzar a fronteira para o mundo feminino, pois este é "menor". Degradante.

Super Homem, a canção

Um homem que admite uma "porção mulher" pode logo ser taxado de viadagem, ao passo que a mulher, quando é "muito macho", é forte, corajosa. Gil e Madonna servem muito bem para o dia de hoje, para você pensar na sua porção mulher sem medo nem preconceito. E pra você, mulher, deixar de pensar que é característica sine que non de feminino ser sentimental, frágil, fazer as unhas, não entender de futebol, depilar, ser mãe. Mulher é tão livre quanto homem, ou tem que ser.


"Girls can wear jeans
And cut their hair short
Wear shirts and boots
'Cause it's OK to be a boy
But for a boy to look like a girl is degrading
'Cause you think that being a girl is degrading
But secretly you'd love to know what it's like
Wouldn't you
What it feels like for a girl"





What it feels like for a girl



O que é ser mulher?

Ora, caralho, o que é ser homem? Alguém fica definindo isso? Não, porque o homem é livre. Socialmente, historicamente, politicamente. O homem não precisa se partir em mil. Ele pode, ao mesmo tempo, ser macho, ser pai, ser profissional. Isso faz parte do homem. Pai não deixa de ser homem-macho. Homem-macho não deixa de ser profissional. Mas mãe parece que é menos mulher-fêmea. Se a mulher for bonita-sensual, já perde ponto no profissionalismo. As coisas não podem se confundir, porque sensualidade feminina é degradante. Do you know what it feels like for a girl, meu caro?




Este dia serve para não deixar esquecer o que já se conquistou nesta luta e o que falta conquistar. E não pra ganhar parabéns de taxista e rosa de gerente de banco.


E pra encerrar a discussão...


"Que diferença da mulher o homem tem?
Espera aí que eu vou dizer, meu bem
É que o homem tem cabelo no peito
Tem o queixo cabeludo
E a mulher não tem"

25 de jan. de 2012

Hoje, na Saraiva

Na seção infanto-juvenil.

eu: Tem "A Invenção de Hugo Cabret"?

vendedora: É infanto-juvenil?

eu: Sim.

vendedora: Não.

eu penso: Caramba, ela sabe de cor tudo o que tem!
eu digo: Puxa, que pena, eu vi aqui nesta estante há algumas semanas...

vendedora: Ah é? Faz tempo? (começa a fazer menção de fazer algum esforço de ir procurar no computador)

eu: Mais ou menos, acho que umas duas semanas.

Vendedora vai procurar no computador e digita "invrncao hugo cabreiro"

eu: É Cabret. C-A-B-R-E-T.

Vendedora dá "enter" e o livro não é encontrado.

eu: "Invenção" tá escrito errado, tem um R no lugar do E.

Vendedora corrige. Livro encontrado.

vendedora: Aaaaah, tá.

Vendedora vai buscar e encontra o livro.

eu: Obrigada.



Até quando?

Vendedores, de livraria especialmente, a regra é muito simples: o cliente chegou com um título, ele sabe o que quer. Você não conhece o título? Relaxe, isso é possível! Digite a porra do título no computador. Aceite a possibilidade de o cliente conhecer algo que vc não conhece.

Eu já fui vendedora de livros.

24 de jan. de 2012

Um olhar sobre Sherlock

*escrevendo sob impacto*

Eu sempre soube ser uma fã apaixonada. Acho que tem gente que nasce com esse gene, o da tietagem, e essas pessoas conseguem dedicar paixões imorríveis a gente inalcançável ou gente inexistente. E fã cria relações por vezes extremadas com esses objetos de paixão.

Vocês já sabem um pouco da minha história com Sherlock Holmes. Eu o conheci sob a capa dura do Círculo do Livro, aos 11 anos de idade, e antes da maioridade já terminara toda a coleção de sete volumes. Lembro de render o último volume. E depois disso, de os reler.

Meu respeito pelo personagem beira a religião. Lembro-me de ter implicado de algum modo com quase todas as adaptações já feitas, embora eu goste de algumas, sim. Nenhuma, porém, me arrebatou. Somente aquela que mais o alterou e mais o preservou. Simultaneamente.

Gênio, é de um gênio a ideia de que apenas deslocando em mais de um século toda a história desse personagem é que seria possível fazer jus ao seu tamanho. Foi a liberdade da anacronia temporal que deu à dupla Gatiss-Moffat o ambiente perfeito para explorar com cuidado e respeito a personalidade magnética de Sherlock Holmes, tornando-a atraente para o público atual sem desmerecer em nada o Sherlock Holmes original.

Sim. Eu tenho um dedoche magnético do Sherlock Holmes.

Desde o princípio uma das coisas que mais me fascinou na série Sherlock foi a eficiência com que transferiam não os casos, mas as deduções de Sherlock Holmes dos livros para a tv, ainda que em casos completamente diferentes que não guardavam senão semelhanças quase brincalhonas - entre títulos e outras referências - com os enredos originais.

Porém há sim algumas diferenças que considero significativas.

1) Moriarty: Jim não é "professor" e é slightly more maniac do que o Professor James Moriarty original. Provavelmente é o personagem mais alterado, mas na verdade tinham pouco em que se basear porque...

2) Moriarty existe desde sempre: nos livros, James Moriarty é criado para matar Sherlock Holmes e o único caso em que aparece é justamente "The Final Problem". Aqui não, eles antagonizam desde o começo.

3) John Watson não se casa nem exerce a medicina: a vida dupla do dr. John Watson era muito mais plausível nos livros. Na virado do dezenove pro vinte seria pouco provável que o rapaz pudesse continuar vivendo só de assessorar um detetive e relatar suas histórias. Ainda mais quando passou a sustentar uma esposa. Ela, no caso, como bem lembrou o Emerson, era bem mais fácil de ser escondida nos livros. Na série ficaria estranho, visto que ela de fato nunca mais aparece nos enredos dos casos, só mesmo naquele em que ela é introduzida, "The Sign of Four".

O que é semelhante, quando não igual?

A) Sherlock Holmes: a lógica, o ar blasé com que desvenda as menores e maiores coisas, a excitação com os grandes casos, a irritação com o que não lhe desafia, a hiperatividade x a prostração (bipolar? a se pensar...), a determinação (palavrinha mais batida, né? mas é), o conhecimento imenso de coisas ridículas (tipos de tabaco) e de coisas úteis (mapa de Londres), os métodos pouco convencionais (a rede de mendigos informantes), a androginia-misoginia-atitude-nem-aí-pra-sexo, a agilidade na fuga. [falta mostrar que ele é bom de briga e de disfarces, mas ainda temos tempo]

B) Holmes + Watson: ou, no caso aqui, Sherlock + John. Companheirismo, amizade, mau humor, falta de respeito (do um pelo outro, claro). Aquele jeito irritantemente quase carinhoso que o Sherlock tem de mostrar ao John como é óbvio tudo aquilo que ele deduziu. A imorredoura estupefação de John. Sherlock é sim duro, mas nunca se deve duvidar da amizade e da forte ligação que há entre os dois. Sherlock precisa de John, sabe disso e não se envergonha. [falta mostrar que John se arrisca na dedução, Sherlock até fica orgulhoso, mas o pobrezinho sempre erra tudo, mas ainda temos tempo. quanto tempo?]

C) Mrs. Hudson: pode parecer pouco, mas a presença reconfortante de Mrs. Hudson é que te garante que tudo ali está no lugar, e ela é perfeita, dosada, na medida. Vivas para ela.

D) Holmes + polícia: embora só Lestrade esteja presente (cadê o Gregson? ainda temos tempo?), a relação arranhada é aquela ali.

E) Mycroft: preciso dizer que ADORO Mycroft Holmes. Nos livros E na tevê, mas devo dizer que não sabia se o classificava no que mudou ou no que foi mantido. A relação entre os irmãos, de admiração, competição e confiança, está bem retratada. Mycroft é de fato um homem poderoso dentro do governo britânico e pede ajuda a Sherlock algumas vezes. Mas falta o algo que me atraiu sempre em Mycroft. O mesmo talento do irmão mais novo, senão mais, porém nenhuma intenção-disposição de correr atrás de bandido nem de fazer disso profissão. Mycroft era o único que podia corrigir Sherlock. Mesmo que tenhamos tempo, não sei se ainda faria sentido incluir isso no Mycroft da tevê.

E aí a pergunta é: ainda temos tempo? Quanto tempo temos? Comecei a ficar genuinamente preocupada quando vi a quantidade de títulos de casos que foram "queimados" en passant no episódio da Irene Adler. The Speckled Blond, The Geek Interpreter, The Six Thatchers. Se a intenção for sempre a de se inspirar nos casos escritos por Conan Doyle, que não são muitos, queimá-los assim no atacado só pode significar uma coisa: esta série não vai durar muito tempo. Além da miserável quantidade de episódios por temporada, não haverá muitas temporadas, visto que ao final da segunda já chegamos ao clímax do Problema Final.

Agarremo-nos ao conforto de que não durará tempo suficiente para perder o rumo...

Spoilers em branco abaixo:

- Molly trocou os corpos? Quando? Já embaixo, provavelmente. Como se deu a rápida transformação, que Jim já fizera antes, ao sequestrar as crianças, é claro. Quem era o homem na bicicleta, atropelando John? Mycroft? Aguardamos ansiosos "A Casa Vazia"...

12 de jan. de 2012

Sugestões de presentes de aniversário (é, do meu mesmo...)

Sugestões de lojas e marcas

1) Roupas
- Carlota: blusas de malha, preferência batas
- Hering: linha New Basics, camisetas ou regatas (XG)

2) Acessórios e sapatos
- Morana (brincos, colares, qualquer coisa)
- Arezzo (no. 38)
- Crocs (no. 38): de preferência do tipo sapatilha, não do modelo tradicional
- Havaianas (37/38)

3) Cosméticos
- Boticário: Nativa Spa ou maquiagem
- Avon: batom Colordisiac ou esse batom novo que tem brilho em volta (tons de vermelho ou de rosa)
- Contém 1g: pincel para blush, kit de sombra Artist Palette Tropical ou Noite, lápis preto para olhos, lápis verde metallic para olhos, sombra em pó Branco Brilho Intenso ou Verde Aloe Acetinado ou outra cor que vc goste dessa sombra individual, que é bem baratinha
- Mahogany: batons, sabonetes em barra ou folhas perfumadas para gavetas

4) Livrarias
- Saraiva: vale-presente, kit com 3 cadernos pautados Moleskine (qualquer cor, exceto amarelo) ou algo das sugestões abaixo.

Sugestões diversas

- Seinfeld, 4a. temporada
- The Big Bang Theory, 3a. temporada
- Coleção dvds Poirot com David Suchet, qualquer volume

Livros
- Mil Mágicas, Dianna Wynne Jones
- qualquer Agatha Christie que eu não tenha
- Morte na Mesopotâmia + O caso dos dez negrinhos em quadrinhos

- Barbie Cápsula do Tempo Superstar
- Barbie Leonardo da Vinci (Monalisa)
- Barbie Vincent Van Gogh (Noite estrelada)
- jogo Scotland Yard 120 casos

- Secador de cabelo
- dvd player

8 de jan. de 2012

Os livros de 2011

Ano fraco.

Ok, precisamos decidir uma coisa: livro de leitura fácil em idioma estrangeiro vale? Este ano teve alguns e vou contá-los, mas it's up to you. Or to me?

1) "Le Petit Prince", Antoine de Saint-Exupéry (fr): audiolivro. Raridade para mim, pq eu costumo dormir. Tenho o audiolivro do primeiro HP também em francês, e nunca consigo terminar.

2) "El regreso de Sherlock Holmes", Arthur Conan Doyle (es): não avancei muito na minha releitura de SH este ano, li apenas esse volume em espanhol, que segue O Cão dos Baskervilles.

3) "Maigret et la jeune morte", Georges Simenon (fr): meu primeiro Maigret! Gostei.

4) "Monsieur Ibrahim et les fleurs du Coran", Éric-Emmanuel Schmitt (fr): releitura. Recomendo sempre fortemente, livro lindo! Este ano também vi o filme, perfeito!



5) Ben-Hur (de): leitura facilitada em alemão. Já terminei mais um auf deutsch este ano. ;P

6) "O símbolo perdido", Dan Brown: Professor Langdon, meu filho, volte pra Europa. Suas histórias não vingam nos Estados Unidos. Forçado pacas.

7) "O Natal de Poirot", Agatha Christie: pra variar, muita Agatha este ano.

8) "Poirot perde uma cliente", AC: gosto muito desta história.

9) "Le tour du monde en 80 jours", Jules Verne (fr): leitura facilitada em francês. Escolhendo para passar pros alunos.

10) "Les trois mousquetaires", Alexandre Dumas (fr): facilitada, mesmo objetivo.

11) "Uma dose mortal", AC: excepcional.

12) "M ou N?", AC: até gostei, mas T&T não são meu forte.

13) "A extravagância do morto", AC: que tema clássico.

14) "Arsène Lupin contre Herlock Sholmès", Maurice Leblanc (fr): excelente!! Leblanc respeitou Sherlock totalmente, sem diminuir Lupin. Classudo.

15) "Au Bonheur des Dames", Émile Zola (fr): melhor livro do ano! Zola é tão envolvente!

16) "Hora zero", AC: muito bom!

17) "Testemunha ocular do crime", AC: simplesmente um dos melhores de Miss Marple. Lucy Eyelesbarrow é uma daquelas mulheres que só Agatha podia criar. Adorei ela!

18) "A história sem fim", Michael Ende: não dá pra não ler, minha gente! De preferência, leia antes dos 18...

19) "O dia do curinga", Jostein Gaarder: releitura periódica, recomendada para manter a saúde mental.

20) "A outra volta do parafuso", Henry James: uma história favorita na minha vida, mas eu sempre lia na adolescência a versão da série Reencontro. Impossível largar, como eu me lembrava. Eu não gosto de terror, mas este livro é ótimo!

21) "Assassinato no Expresso Oriente + Morte no Nilo", AC em hq: legal, mas acho que a adaptação deixou um pouco a desejar. Claro que é difícil transpor tudo para diálogos de hq, mas mesmo assim...

Não estou traçando metas para este ano, embora eu tenha achado 2011 bem fraquinho. Me aborrece não chegar nem mesmo a dois livros por mês, ainda mais com releituras...

Boas leituras pra todos em 2012!

22 de dez. de 2011

Trecho do volume 2 de Ventura


"Virei pra direita, atravessando o piso preto e branco do vestíbulo e entrei na antecâmara que antecedia o meu velho quarto. As portas e os umbrais, ricamente trabalhados em madeira e dourado, a luz fraca e artificial da noite que iluminava pobremente o salão através das enormes janelas que davam para o jardim, tudo parecia diferente. Menos natural, mais suntuoso. A visão do jardim me atraiu e parei na segunda janela, já ao lado da porta do meu quarto. A penumbra da antecâmara valorizava a iluminação delicada do jardim à noite. Eu amava aquele jardim. Mal podia esperar pra revê-lo sob a luz do sol.

Entrei no meu quarto, recebida pelo cheiro de madeira das paredes e por um perfume de lavanda. Acendi a luz e fiquei parada ali, perto da porta, reconhecendo a cama espaçosa e alta, o enorme espelho sobre a lareira, a escrivaninha que ficava virada para a janela do jardim, a penteadeira no lado oposto, dava para a Cour. Minha mala já estava ali, sobre uma pequena mesa ao lado do guarda-roupa. Sentei na cama, que exalava um frescor tão irresistível. Tirei os sapatos e deitei do jeito que estava. Dormi toda vestida e só acordei pela manhã."

Dicas de presentes para bebês & mais!

Não sei vocês, mas o que tem que criança nascendo à minha volta, é uma loucura! Pois eu também já presenteei com a linha Bebê Granado.

Os sabonetes em barra e líquidos existem nos perfumes Tradicional (muito suave mesmo), Lavanda (foto) e Erva-Doce, presentes também nos produtos de cabelos, shampoos e condicionadores suaves.
A linha ainda tem óleo, creme para assaduras e hidratante.

Mas se seu "filhote" é de outra espécie, você pode preferir um presente da linha Pet, que eu ainda não experimentei, mas pretendo fazê-lo assim que acabar o xampuzinho da Mia.


Shampoos Filhotes, Azul e Silicone(inclusive em tamanho "industrial", condicionador tradicional e colônia completam, com os sabonetes Coco, Enxofre e Glicerina, a linha de banho Pet que pode ser usada em cães, gatos e até cavalos e bois, minha gente!





Preços
  • Sabonete em barra Bebê: R$2,30
  • Sabonete Líquido Bebê: R$8,80
  • Shampoo Bebê: R$8,05
  • Condicionador Bebê: R$10,05
  • Shampoo Pet 250ml: R$13,95
  • Sabonete em barra Pet: R$2,80