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14 de dez de 2013

Meme literário 2013 - dia 14



Dia 14 - "Nosso amor é impossível!" - conte sua história de amor por um personagem literário.

Quanto tempo vocês têm? :P

Gente, são inúmeros amores... Sherlock Holmes, vocês podem pensar, mas até que não. Não é sedutor o suficiente, minha história com ele nunca foi por aí,ao menos não nos livros. Cormoran Strike, de Cuckoo's Calling, sim. Rolou uma química. Eu também tinha uma queda pela Robin. Big ship. Arsène Lupin, sem a menor dúvida. E ele tem aquela pitada de deboche, é fatal. Anne Beddingfeld, de O Homem do Terno Marrom, também é um amor antigo. Meu tipo de garota.

Cormoran Strike foi uma paixonite de 2013.


Sally Owens, de Da Magia À Sedução, também é apaixonante. E no caso do livro Au Bonheur des Dames, difícil dizer se eu gostava mais de Octave Mouret ou de Denise Baudu, mas acho que Mouret ganha. Christine Daaé, do Fantasma da Ópera, surpreendeu-me no livro sendo tão atraente e encantadora quanto o Fantasma. Eça de Queiroz é um problema... Carlos Eduardo e Maria Eduarda (Os Maias), eu amava os dois. Vítor (A Tragédia da Rua das Flores) eu amei ainda mais, e Genoveva tinha algo que me repelia e atraía ao mesmo tempo. Forte.



Mas nada se compara a um personagem criado por mim. É horrível o quanto me apaixono por meus próprios personagens. É doente. Só penso neles, vivo acompanhada deles, penso neles e sorrio sozinha no carro ao ouvir uma música no rádio, é positivamente patético! Sem dúvida o caso mais mais grave, de um amor fundo, imorredouro, sagrado, sacramentado é Ventura Fontain. Quase na mesma proporção, Alexandre Fontain. Não tem comparação, nem entre meus personagens, o quanto estes dois me marcaram o coração a ferro em brasa. Mas Jesse Yoll, Catarina, Júlio Garcia, Suellen Luciana, Mario Cesar Blanco e CristinaNobre, Elisa, Peter, Bernardo e Clarissa, Vinícius e Nanda, Angélica e Pedro, todos eles tiveram seus dias de fazer meu coração disparar, uns mais,outros menos, uns por mais tempo, outros mais fugazes.


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Um comentário:

  1. Geralmente minha relação com os personagens é só fraterna. Viro companheira de viagem deles ou uma espécie de confidente se o tom é confessional. E quando termino dá um aperto no coração porque é como se ele partisse e eu não soubesse quando vou rever.
    Uma quedinha ou paixonite é raro. O Ulisses da Odisseia foi um caso leve. Tão esperto, tão cheio de artimanhas, bem podia me dar trela já que estava tão longe e a mulher ocupada lá em despistar os pretendentes. O Mikael Blomkvist da trilogia Millenium dá para um caso mais longo já que os livros são calhamaços. Não me importaria de ser mais uma no rol da mulherada dele. E por falar nisso, no-fundo-no-fundo eu queria SER a Lisbeth Salander. Tirando o estupro, o lado bi, o pai criminoso, o resto podia ficar. Mas daí não seria a Lisbeth, né? Nem teria o enredo do livro. Paciência...
    Escritor serve? Eu ficaria de boa com o Emmanuel Carrere... Bom, ele é personagem de seus próprios livros então ainda estou dentro do contexto da pergunta. Ah, os aventureiros e outsiders me atraem. O Jack London e o Henry David Thoreau entrariam na fila.
    Se você me der várias horas para pensar posso desencavar aqui...
    Crisim

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