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7 de dez de 2013

Meme literário 2013 - dia 7



Dia 7 - Qual seu autor favorito - aquele cuja obra completa você gostaria de ler (se já não o fez).

Feita a pergunta, um nome me veio de cara à mente. Depois tentei resistir. Pensei em Conan Doyle, mas quando eu era adolescente tentei ler outro livro dele (que não fosse Sherlock Holmes) e não gostei. Pensei em Agatha Christie, mas não é, embora eu goste muito dos livros dela, claro.

Podia ser Jostein Gaarder, podia mesmo. Eu adoro o estilo dele ejá li quase tudo. Além de ele ser o autor do meu livro favorito na vida, O dia do curinga. Podia ser Nick Bantock ou Diana Wynne Jones, que eu adoro mas não li tanta coisa assim, podia ser Isaias Pessotti ou Paulo Coelho, que eu até li bastante, mas não chega a ser tão importante na minha vida.

Mas não é nenhum desses.

É Joanne Rowling.

Daí que, sim, eu li tudo dela, né? E acho tudo perfeito. Eu amo tanto o jeito que essa mulher escreve que mal consigo perceber o estilo dela. É como se ela contasse a história direto dentro do meu cérebro e do meu coração. Ela me toca no cérebro e no coração. A construção de personagens dela é delicada e complexa, e ela pode escrever pra crianças, jovens, adultos, drama, policial, e eu tô aqui pra ler e amar. Eu gosto de tudo o que ela escreveu, tudo. E quando eu miro meus sonhos pro alto, é ela que eu vejo.

Tchiamu, Jo.



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3 comentários:

  1. Ainda preciso me render aos encantos dela. Não há alguém que fale mal de seus livros.

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  2. Adoro também o Conan Doyle. Acho que li todos e digo acho porque faz muito tempo e eu me gabava de ter lido. Agora deixo água rolar para reler e fazer um revival da minha adolescência. Tem contos deles sem ser com o Sherlock que também são bem bacanas.
    Meu escritor favorito é o Elias Canetti e o livro Auto de Fé é meu de cabeceira. A autobiografia dele é um sensacional. Não li tudo dele porque ele não escreveu muito e não quero esgotar. Não sei o que faria se um dia constatasse isso. Porque quando a gente termina com as obras de um autor é como se perdêssemos um amigo. Claro, a gente pode reler que vai ser sempre uma novidade. E antes de bater as botinhas quero completar este ciclo. Mas quero estar segura de que não vou lamentar.
    Crisim

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